quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Mídia elege novo vilão: o carro elétrico da Tesla


Por  em 18 de novembro de 2013

Engenheiros cobram incentivos para entrada do carro elétrico no Brasil


Publicada em 18/11/2013 16:54:27
Foto: Divulgação
O EV1 foi o primeiro carro elétrico produzido
Incentivos fiscais e desenvolvimento de pesquisas na área de eletrificação veicular foram alguns dos temas abordados por especialistas de diversos segmentos da indústria no 2º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, promovido pela Seção São Paulo da SAE BRASIL, no dia 11 de novembro. 
Durante o encontro foram apresentadas algumas opções de carroselétricos e híbridos disponíveis no mercado nacional, tecnologias para o transporte de passageiros desenvolvidas pela indústria brasileira, a situação do mercado de baterias e programas de mobilidade elétrica implantados no Brasil. 
“Tivemos acesso a diversas informações e tecnologias que norteiam o futuro desse mercado. O Brasil está crescendo na área de tecnologia de mobilidade elétrica, mas ainda está atrasado frente a outros países. Apesar disso ser por conta de uma conjuntura econômica não podemos deixar de levar em consideração que esse nicho de mercado pode trazer diversas oportunidades para a nossa indústria”, contou Raul Beck, chairman do encontro.
Vinnícius Vieira, integrante do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC SP, afirmou que as cidades precisam pensar em sistemas inteligentes para resolver problemas de mobilidade, pois os impactos da administração surtem efeito diretamente na competitividade, eficiência energética e emissões de CO2. Ressaltou que há necessidade do desenvolvimento de infraestrutura de transporte com matriz elétrica.
“Essa tecnologia é fator decisivo para a melhoria de vida nas cidades. Além disso, é preciso pensar num modelo de negócios diretamente ligado à mudança de comportamento do individual para o coletivo”, afirmou. 
Anderson Suzuki, engenheiro da Nissan, apresentou iniciativas da empresa em colocar no mercado um carro elétrico. Porém, segundo Suzuki, não adianta os projetos estarem disponíveis ao consumidor se o governo não der incentivos ficais.
“Essa questão não depende apenas do fabricante, é muito maior do que isso. É preciso planejamento urbano e tributos mais justos. Como o carro elétrico é mais caro, é necessário oferecer alguma compensação para que o comprador opte por esses modelos”, disse. 
Fernando Mano, diretor de estratégia e inovação da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) apresentou o Programa Mobilidade Elétrica, em implantação na cidade de Campinas, que prevê a instalação de cerca de 100 eletropostos para o recarregamento dos carros.
A empresa importou da Europa modelos da marca Renault, que serão incorporados na frota da Prefeitura e de algumas empresas locais, para analisar os impactos sobre a rede de distribuição de energia da cidade e avaliar a operação do sistema. 
O gerente de Vendas e Marketing da BMWi, Carlos de Moura Côrtes, mostrou os carros elétricos da empresa e a rede de serviços. Segundo o executivo, a marca acredita que quando se fornece um carro como esses é preciso também disponibilizar um pacote de serviços, como ponto de recarga e assistência técnica. 
Ricardo Satué, gerente de Produtos, Mobilidade e Veículos Leves da Innovation Applus IDIADA, afirmou que o atual modelo de mobilidade está obsoleto, pois se gasta muito tempo com deslocamento. Para que isso melhore é preciso integrar as tecnologias complementares para criar modelos eficientes e saudáveis. “A mobilidade é eficiente quando ela é econômica, rápida e poupa tempo”, enfatizou. 
Tecnologias
No painel “Tecnologias na Mobilidade Elétrica”, Spartacus Pedrosa, gerente de Engenharia de Produtos da ITEMM – Moura, apresentou as tecnologias de baterias para os vários tipos de veículos elétricos, seu funcionamento e as formas de assegurar a integridade e operação otimizada do produto. O engenheiro comentou que a Moura recicla 100% das baterias que produz.
A gerente comercial da Eletra, Iêda Oliveira, mostrou as tecnologias que a empresa desenvolve para o setor de transporte público de passageiros, como o projeto Híbrido BR, ônibus 100% nacional e que será tracionado apenas por motores elétricos.
“A indústria nacional está tomando suas providências e está buscando desenvolver tecnologias para viabilizar um transporte mais limpo. Agora precisamos que o governo faça a parte dele. É preciso desenvolver políticas públicas que tragam incentivos fiscais que viabilize a introdução dessas tecnologias no mercado”, apontou.
Wilson Valente Junior, engenheiro de Desenvolvimento da EDA Services Consultant ESSS, mostrou o uso da simulação computacional no desenvolvimento de veículos elétricos.
Segundo o engenheiro, o recurso permite ter conhecimento de possíveis falhas ainda na fase de projeto. “Essa ferramenta é muito importante, pois conseguimos prever problemas nos mais diversos sistemas do veículo. Reduzimos o tempo das análises de quatro semanas para 50 minutos”, disse. 
Mercado
Bernardo Hauch, gerente do BNDES, apresentou estudo da instituição que avaliou a indústria brasileira deste segmento, as novas tecnologias e como os veículos elétricos podem transformar o mercado global.
Segundo o executivo, a indústria global de baterias automotivas passa por transformação com a crescente eletrificação, pois mesmo os veículos com motores a combustão tendem a utilizar baterias mais avançadas. Além disso, a difusão dos veículos elétricos representa ainda mudança mais radical na indústria, que passou a utilizar tecnologias antes restritas à eletroeletrônica.
“No Brasil, a indústria de baterias automotivas é das poucas do setor de autopeças com predominância de empresas de capital nacional”, apontou.
O vice-presidente da Anfavea, e diretor de Relações Institucionais da Renault Nissan do Brasil, Antônio Calcagnotto, afirmou que os veículos no futuro serão elétricos, já que a maioria das marcas estão investindo no desenvolvimento desses modelos e as vendas globais dobraram no último ano.
Porém, ele acrescentou que para que esses carros possam entrar com força em nosso mercado, é preciso incentivar as montadoras instaladas no Brasil a fabricarem esses modelos e, para isso, é preciso reduzir a sobrecarga tributária a que eles estão sujeitos. “Estamos completamente atrasados em relação aos demais mercados”, enfatizou. 
Ozíres Silva, reitor da Unimonte e integrante do conselho consultivo sênior da SAE BRASIL, afirmou que o Brasil precisa desenvolver mais projetos intelectuais nacionais e não pensar apenas em produtos com peças nacionais.
O executivo afirmou que temos um mercado muito promissor, com grande potencial de consumo, mas que desde o início da produção nacional de veículos, no final da década de 1950, o Brasil pouco ofereceu em termos de marcas locais de êxito. “Temos um considerável mercado interno e com grande potencial de exportação, porém é preciso incentivá-lo”, analisou. 
No painel “Os desafios para projeto e produção de veículos elétricos”, o engenheiro sênior de produto da CNH Industrial, Fabio Nicora, apresentou os veículos que a Fiat disponibiliza para o mercado de comerciais e os desafios que a marca venceu para introduzir esses carros no mercado nacional. “É muito difícil concorrer com um carro movido a diesel, eles são mais baratos na compra e na manutenção”, declarou.
O gerente de Assuntos Governamentais da Toyota, Roberto Braun, apresentou projetos híbridos da montadora que já conta com 21 modelos com essa opção de motorização, mas poucos disponíveis para o mercado nacional.
O executivo informou que até 2015 a montadora planeja lançar mais 18 modelos e também oferecer essa opção de motor em todos os veículos da marca. “Esperamos que no 1º semestre de 2014 o governo nacional dê incentivos para as novas tecnologias de propulsão”, disse. 

Carro usado


Muita gente acha que não vale a pena comprar um carro novo. A grande desvalorização do bem no momento em que você engata a primeira marcha para sair da loja é surpreendente . Por outro lado, comprar um carro usado pode ser trabalhoso, mas não quer dizer que seja um mau negócio. Pelo contrário, a maior vantagem de comprar um carro usado é o poder de negociação do cliente. É possível encontrar barganhas que compensam, se forem tomadas precauções básicas.
Na hora de pesquisar o seu novo carro usado, o primeiro passo é avaliar se o preço que está sendo cobrado é compatível com o valor de mercado. Deve-se levar em conta o ano do modelo e fabricação, cor, quilometragem, revisões realizadas, opcionais (alarme, som, vidros e travas elétricas, etc.) e possíveis reparos a fazer. Uma das fontes de referência mais usadas é a Tabela FIPE (da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas)  que, inclusive, é utilizada por seguradoras na hora de avaliar o valor médio de mercado para pagar sinistros.
Lembre-se de que um carro usado teve uma história. Sendo assim, observe se o dono foi cuidadoso com o veículo para não ter dor de cabeça depois. Avalie o estado dos pneus, do estofamento e dos pedais para ver se são compatíveis com a quilometragem indicada no velocímetro. Fique atento para diferenças de tonalidade na pintura, que podem ser um indicativo de que o veículo tenha sofrido algum tipo de acidente. Preste atenção nas proximidades das borrachas das portas e dos para-lamas, nas arestas inferiores da carroceria, nas canaletas e nas bordas das tampas do capô do motor e do porta-malas. Verifique, por exemplo, se as portas e o capô, ao serem fechados, encaixam-se perfeitamente. Caso o veículo tenha vindo do litoral, lembre-se que a lataria, muitas vezes, é prejudicada pela maresia. O som do motor revela seu bom ou mau estado. Na dúvida, um bom mecânico saberá reconhecer o que precisa de ajustes.

No caso de veículo com placa de outro Estado, tenha muita certeza de sua procedência, antes de fechar a compra. Placas desse tipo podem esconder um carro clonado, um extenso histórico de multas ou uma restrição judicial (busca e apreensão).
Outro passo fundamental é saber quais documentos devemos exigir na hora da compra. Os principais deles são a quitação do IPVA e seguro obrigatório, o comprovante de quitação de multas e o famoso “DUT”, ou Original do Certificado de Registro do Veículo (CRV), que é o documento de transferência.
Seguindo esses passos básicos, você estará mais seguro para concretizar a sua compra e ser feliz com o seu carro usado.

Viagem pela natureza

         Você já imaginou tirar férias para fazer uma rota até o Pico da Neblina ou em fazer uma viagem ao Pantanal, ir a um lugar para mergulhar e até mesmo ir a geleiras ou conhecer um deserto? Saiba que há empresas especializadas em roteiros de aventura na natureza.
         Para fazer um desses roteiros, antes de tudo, é preciso saber se precisam de um condicionamento físico especial – em geral, roteiros de escalada de picos, trajetos ciclísticos demandam preparo diferenciado. Caso você não tenha esse preparo, inclua entre as suas resoluções de viagem a consulta a um profissional que possa lhe passar um treinamento específico para o roteiro.
         Outra questão essencial é saber que tipo de roteiro combina com sua personalidade. Se você deseja se aventurar na natureza e não abre mão de conforto, talvez seja melhor optar por uma programação que tenha hotéis e barcos como sedes, ao invés das que propõem acampamentos, por exemplo. Um safari pode ser uma excelente opção. Se você é ativo e gosta de esportes, pode escolher aqueles que tenham atividades como rotas ciclísticasou até mesmo roteiros múltiplos com trilhas, canoagem, mountain bike. Há também roteiros de barcos pela Amazônia e o Pantanal, por exemplo, que são boas oportunidades de estar perto da natureza sem, necessariamente, ter que se aventurar muito, primando pelo conforto e pela comodidade.
        Independente do destino, nos roteiros de aventura na natureza é também muito importante consultar o agente de viagens sobre todos os itens que devem ser levados – de repelente de mosquitos  e lanternas, a roupas e sapatos apropriados, pois eles fazem toda a diferença. Pergunte ao agente quais são as recomendações especiais, quais os tipos de roupa mais apropriados, faça uma lista e prepare-se de modo a que sua viagem seja bastante tranquila. Em geral, as empresas especializadas já têm essa lista de recomendações pronta, siga-a com precisão.
         Caso você tenha algum hábito alimentar, como ser vegetariano, não comer açúcar ou glúten, informe também ao agente e veja se há possibilidadede tercomida adequada a você. Depois que estiver no meio da floresta, dos fiordes ou do deserto é possível que não tenhatantas opções para suprir suas necessidades. O mesmo acontece com medicações controladas. Faça o cálculo de quanto vai precisar e leve sempre um pouco a mais, para supri-lo em qualquer eventualidade.
        Tudo pronto? Informe a familiares e amigos os locais para onde está indo, deixe o telefone de contato da agência que está organizando a expedição. Em geral, elas sempre dispõem de meios de contatá-lo caso seja necessário.
         Tudo certo? Agora é só preparar a câmera, o coração e ir viver sua aventura no meio da natureza.

Roteiros culturais

        Você gosta de conhecer o ambiente cultural das cidades que visita, gosta de ver o ritmo de vida das pessoas do local, gosta de saber como é a cultura local? Visitar cidades históricas, no interior dos estados pode ser uma boa opção de roteiro cultural para você.
         Minas, por exemplo, é um estado muito conhecido por suas cidades históricas. Ouro Preto, Diamantina, Congonhas, Mariana são destinos repletos de charme e com muita história para contar e lugares para visitar: igrejas, museus, espaços arquitetônicos. Ainda, se você gosta de arte, Inhotim, um centro de artes plásticasperto de Belo Horizonte é um local bastante apreciado.
         Outro roteiro interessante pode ser o circuito das águas paulistasem que a diversão é provar as águas minerais – algumas tem gosto bastante ferroso, outras tem sabor mais suave. Além disso, as cidades são bem cuidadas e têm diversosparques, teleféricos, praças. Uma ótima opção para quem deseja um passeio tranquilo.
        Goiás também tem suas cidades históricas. Pirinópolis, próximo a Brasília, é uma cidade cheia de charme, com lindas cachoeiras e muito artesanato local. Outra opção é Goiás Velho, cidade natal da poetisa Cora Coralina, em que ainda persiste toda sua aura poética.
         Há também as cidades daregião serrana do Rio de Janeiro, das quais Petrópolis e Teresópolis são bons exemplos. Na região é possível visitar construções e museus que guardam peças da época imperial. Tem também o museu de Santos Dumont, o pai da aviação. Além disso, é uma oportunidade de ver a influência européia nas construções, tradições e culinária locais.
        Outro roteiro interessante pode ser viajar pelo interior de estados como Pernambuco, indo a lugares como Caruaru e conhecer um pouco da cultura local, as esculturas de barro típicas da região, a banda de pífanos.
        Enfim, o Brasil é um país enorme e vasto, com inúmeras opções de viagem. Esses roteiros podem ser uma excelente opção para quem deseja descansar e conhecer um pouco mais da diversidade cultural do país. Como não fazem parte dasprincipais atrações turísticas do Brasil, são, em geral, mais econômicos. Muitos deles, entretanto, não têmaeroporto próprio e é importante levar em conta que pode ser necessário alugar um carro para conhecer melhor a região escolhida.
        Uma boa dica é se programar para visitar cidades próximas e perceber a cultura local, perguntar às próprias pessoas que moram nessas cidades quais sãoos lugares que frequentam. Assim você tem a oportunidade de conhecer verdadeiramente a cultura e o dia a dia dessas cidades e um pouco mais sobre o Brasil. 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Crie uma reserva para imprevistos

O filme UP- Altas Aventuras é uma animação que começa com uma cena bastante familiar para muita gente: um casal se conhece ainda na infância e, desde o início a menina diz que tem o sonho de conhecer uma cachoeira na Venezuela. O tempo passa, eles crescem, casam-se e começam uma poupança para a viagem. Tudo parece ir muito bem, até que acontecem vários imprevistos: o pneu do carro fura, um deles se acidenta, a casa precisa de reparos e uma série de outros acontecimentos ocorre e comprometem essa reserva. Cada imprevisto representava um cofrinho quebrado. Os anos passam e o casal não faz a viagem para a Venezuela, que era a meta inicial do cofrinho.
 Você já passou por essa situação de começar a economizar para realizar um objetivo e no final não conseguir realizá-lo em função de um imprevisto? Já passou pela sua mente que você pode se organizar para realizar o que deseja, apesar desses mesmos imprevistos? Por esse motivo, reservamos uma etapa desta série para falar de todos os gastos extras que não estavam previstos, mas acabam comprometendo o seu orçamento.
 A solução é a seguinte: crie uma conta de EXTRAS e comece uma reserva financeira para se prevenir dos tais imprevistos. Seja por motivo de manutenção da casa, tratamento médico ou um reparo qualquer que seja, esta reserva te permitirá manter as suas outras reservas, para seus objetivos pessoais, sem percalços ou oscilações.
 Se o casal do filme que citamos conhecesse essa estratégia, eles não apenas teriam conhecido a tal cachoeira da Venezuela, como poderiam ter feito outras viagens interessantes. Agora que você já tem essa dica em mãos, aproveite-a para adotá-la em seu orçamento e melhorar o roteiro da sua história de realizações pessoais.

domingo, 17 de novembro de 2013

Desenvolvimento sustentavel

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A Greenvana é uma eco loja virtual que vende produtos sustentáveis de empresas estrangeiras e nacionais. Em parceria com o empresário Marcos Weittrech, fundador do IBest, está promovendo o prêmio Green Best, em que o público vota em 10 categorias para escolher as melhores empresas, produtos e projetos para preservar o meio ambiente.
As categorias são alimentação, arquitetura e construção, beleza, campanhas e publicidade, energia, iniciativas governamentais, jornalista e blogueiro, materiais inovadores, moda, móveis e decoração.
Para participar basta acessar a página do prêmio, entrar nas categorias, ver os indicados e votar. Além de auxiliar a divulgar as iniciativas selecionadas, você também pode aprender muito a respeito de produtos e práticas sustentáveis.
Na área de projetos, por exemplo, você descobre que o Ministério do Meio Ambiente conseguiu, no ano de 2010, implementar a Lei dos Resíduos Sólidos, que regulamenta a separação e a coleta de lixo, em nível federal, estadual e municipal.
Com mais informação sobre empresas, produtos e iniciativas sustentáveis você pode ser um consumidor e cidadão mais responsável.
Outra iniciativa interessante é a do Governo do Estado do Rio de Janeiro, com o asfalto ecológico. Produzido com pneus velhos, ele tem maior viscosidade garantindo maior aderência dos pneus à pista, contribuindo para melhorar a estabilidade do veículo. Além disso, cada metro quadrado retira do meio ambiente cerca de um pneu usado e tem durabilidade de 20 anos, 10 a mais que o asfalto comum.
Na parte de alimentação você acessa informação sobre diversos produtores sustentáveis do país, inclusive de chocolate. Já na área de beleza, fica sabendo das novidades em cosméticos, como, por exemplo, a de um produto para escova progressiva feito à partir da cana de açúcar e que não faz testes em animais.
Na área de energia, você pode obter informações sobre projetos de energia eólica e solar, sobre programas brasileiros de óleo de palma e de fontes alternativas de energia elétrica.
Com mais informação sobre empresas, produtos e iniciativas sustentáveis você pode ser um consumidor e cidadão mais responsável.

Paraguai pode se tornar o centro do carro elétrico na América do Sul


A tecnologia para isso está sendo desenvolvida pela Hidrelétrica Binacional Itaipu, da qual o governo do país vizinho possui metade do controle

Por Rosenildo Gomes Ferreira, enviado especial a Foz do Iguaçu
O Paraguai caminha a passos largos para se tornar a principal potência de produção de carros elétricos na América do Sul. A tecnologia para isso está sendo desenvolvida pela Hidrelétrica Binacional Itaipu, da qual o governo do país vizinho possui metade do controle. 

É por força do "lobby" paraguaio que Itaipu vem intensificando suas pesquisas no desenvolvimento de de veículos elétricos. Os parceiros nessa empreitada são a italiana Fiat, a francesa Renault e a brasileira Agrale, cuja versão elétrica do jipe Marruá, está em exibição em frente ao hotel onde acontece o II Fórum Mundial de Desenvolvimento Econômico Local, em Foz do Iguaçu. O objetivo é desenvolver baterias recicláveis e com elevada autonomia (cerca de 300 km) usando a tecnologia da suíça Mes-Dea e deverá consumir R$ 30 milhões. 

A compra de petróleo representa o item de maior peso das importações do Paraguai, que somaram US$ 9,76 bilhões, em 2012.